SEXO!

é quando me pego pensando que não vai dar… a quantidade de livros que eu quero escrever, a quantidade de livros que eu quero ler… o curto tempo para se ter prazer… quem foi que inventou o hobby, o ócio criativo, a paz de ter a mente leve para absorver… só absorver…

a quantidade de coisas que quero falar, conversar com vocês, sobre as felicidades, caminhos e loucuras… sobre os planejamentos de revoltas para melhorar o nosso aspecto social… e criar uma vida utópica onde todos estão fazendo o que querem fazer, sem o outro se importar ou sem se incomodar…

ela saiu do quarto vestindo uma calcinha de renda linda, que deixava sua bunda tão tão tão… que nem sei que elogio chamar… estava com uma camisa leve de mangas longas que modelavam sua cintura… ela era pequena e magra, mas para ele, ela é a mulher mais linda do mundo…

a sensação é deliciosa e isso eu nunca vou negar… dessa vez veio no peito, parece que vai desmaiar, a cabeça fica enuviada e os olhos parecem piscar lentamente… é como um tesão, mas não sexual… é como um arrepio, porém em maiores proporções…

sentindo ao mesmo tempo em todas as partes possíveis e imagináveis do seu corpo, do meu corpo… não precisamos nos justificar… só viver… e nos amar!

Sobrancelhas Altas…

um poema de louco é para poucos… vire a esquerda, vire a direita e desvie pelos becos roucos… vai ouvir vozes agoniadas de amor… “ei, não goza na minha cara senhor!”… aperto nos olhos de uma cidade grande… os olhos são da cidade, e a garganta dos artistas brande… diante do caos com a sensação de vulnerabilidade, aquele sorriso na pequena e macia boca revelava… religiosidade…

a hipocrisia está em todos os lugares desde que nos entendemos… as histórias contadas antes já não são as que conhecemos… velhos canhões estão apontados para você… “saia debaixo da cama menino…” o pai grita “está com medo de quê?”… e a criança chorosa só pode pensar lá dentro daquele cantinho escuro da cabeça… é de você!

traumas são gerados por famílias, governos e você… contudo ninguém quer assumir essa culpa… é uma novela com aquela situação clichê… acontece na sua casa pela tevê, e na do vizinho pela “internê”… um pai infeliz arregalou os olhos e perguntou assustado… “você vai ter coragem de mostrar isso? acho que ninguém vai querer ver…”

e com a cabeça baixa vai para o quarto, fecha sua porta e fecha seu coração, sua mente e sua visão…

onde está nossa compreensão…

como podemos dizer que somos inteligentes… descontrolados em nossos sentimentos, somos como crianças carentes… como criamos tantos problemas para conviver… eu sou seu semelhante, eu sou aquela árvore, eu sou aquele pássaro e eu sou… você…

Ansiedades…

e então você tem aquela vontade por que lembrou, e percebe que não tem nada haver por que o estômago deu uma arrepiada e pediu para você segurar a emoção… e seguramos, pensamos um pouquinho sobre, e descobre-se que sim, é melhor ficar de boa, quietim, do que sair fazendo algo que nem sabe o que é, mas que por alguma razão instintiva, a gente sabe que vai dar ruim…

aahhh, o instinto! uns vão falar que é experiência, velhice, sei lá… eu estou gostando de envelhecer sim, mesmo sabendo do final da história, igual para tudo que está por aí, que é em teoria aceito por todas as sociedades existentes e que entendemos fazer parte desse nosso “universo”…

era isso mesmo? 23 horas e 37 minutos e ele estava sentado e pelado, sem saber o que fazer em frente ao enorme monitor que brilhava fracos tons de azuis em sua frente… achou aquela balinha sobre a mesa, dentro de um potinho de plástico preto… era um pouco amarga, mas a aparência, cor, textura, lembravam balas de goma, aquelas jujubas que crianças comem… e eu também… e havia um sabor azedinho no final… e o corpo relaxava em poucos minutos…

temos trabalhos para fazer, são coisas que inventamos… nos deram o tempo de presente e não soubemos o que fazer com ele… nós o desperdiçamos…

seria o fato de pedirmos desculpas por isso? por toda essa criação patética de tentarmos ir além de algo que nem sequer sabemos o que… e podemos procurar isso em todas as fontes de pesquisas conhecidas e criadas pelos humanos… sério gente, de um jeito humilde pensemos sobre… qual é a verdade que estamos seguindo, quais são verdades conhecidas…

parece ser uma mesmice, esses assuntos sempre me vêem, a cabeça que nunca para de pensar, por que escolhemos esses caminhos para…. para… para e para de reclamar…

trabalhar…

podemos viver só de prazer? pra variar!

valores deturpados sobre regras criadas por semelhantes, e a Ciência comprovando em escritas subliminares, “atitude feia” ela própria pensou… Mas ela não é uma cavaleira da Virtude?! Perguntaram admirados…

e a resposta veio seca e clara, quando uma teoria se torna PROVA… TODOS TEMOS DEFEITOS!

eu disse que iria ficar quieto… como podemos dormir, pensando nas pessoas sem teto… quieto shiuuuu… para de reclamar… para de pensar… para e para…

Se Liga! =D

tudo é do seu jeito, esse modo sem jeito, de entender e se entender, de querer ser, mas só ser do seu jeito, o único que consegue ver, dentro de suas limitações humanas, que não entende, não quer transparecer, seres humanos deveriam estar do mesmo lado…

damos risadas disso, estamos no mesmo sistema tentando nos entender, e o seu umbigo meu amigo, não é o único que quer escolher…

pois lado oposto é só um outro local, que haverão pessoas de estar, a existência de escolher viajar, se posicionar, concordando ou discordando, porém sempre respeitando… você acha que pode tudo por que? qual é a voz que vai querer? vai ficar impondo o seu jeito como se fosse a única maneira de fazer?

damos risadas disso, estamos no mesmo sistema tentando nos entender, e o seu umbigo meu amigo, não é o único que quer escolher…

use a batida do amor, use a batida do coração, vamos fazer uma música só, vamos fazer a nossa união… tem gente misógina, racista e infeliz, não importa a cor da sua pele, o tamanho de seu corpo, se é mulher, homem ou aprendiz…

damos risadas disso, estamos no mesmo sistema tentando nos entender, e o seu umbigo meu amigo, não é o único que quer escolher…

Lidando com Seus Animais…

tenho uma saudade infinita dentro do meu ser… e não sei explicar de onde vem e nem o que ela quer comigo… e o mais engraçado disso, não tenho a menor ideia do que sinto saudade… … …

“ai!” pensou dentro da própria cabeça ao queimar a língua com o café… “gana…” ela refletiu sobre como os seres humanos são como cobaias de si mesmo tentando satisfazer seus desejos, mesmo que eles lhe causem dor… o que prova que é necessário aprender mais sobre paciência e ser menos ansiosa… que tal?! “amo demais o café, esfria um pouquinho logo!” ela segurava a xícara pela alça e conversava com o líquido preto balançando-o em movimentos circulares… e deu outro gole que queimou-lhe a garganta! “ai!”

o jeitão singular que Saudade carregava causava muita Curiosidade em Sara… ela trazia o gatinho em seu colo e aonde ia e via Saudade, corria atrás tentando alcançá-la pelos corredores e cômodos da casa… “estou com saudade de que… de quem…” ela não conseguia pensar em mais nada, uma espiral tomou conta de seu ser, e ela se deixou levar pelos seus sentimentos…

Saudade era como um pássaro lindo, asas enormes e radiantes, iluminavam cores misturadas como uma serpente ziguezagueando por aí… “é um dragão!”… que voava em todos as direções ao mesmo tempo, confundindo muito a sua cabeça, resfriando o estômago, causando frissons na pele, fazendo as pupilas dilatarem e o sorriso vir a tona… Saudade é especial, ela causa sensações mágicas, sabores doces golpeando os amargos que vinham seguidos logo de perto pelos cavaleiros ácidos… já ouviram falar ou pensaram sobre a ideia de que quando o cérebro recebe muitos dados ao mesmo tempo de fontes perdidas no tempo, que ocorre um bug, quase imperceptível para o momento, porém, algum tempo depois, incalculado pelos normais, Saudade traria consigo Alegria, Ciúmes, Ansiedade, Impulsividade, Paixão, Raiva e Curiosidade, e Sara teria que lidar com todos eles de uma vez…

“isso se chama, ser adulto.”… ele comentou com ela após ela surtar e ligar para ele pedindo um pequeno favorzinho… quando ele chegou encontrou além do tigre azul do Ciúmes que ele já conhecia muito bem, o cachorrão da Paixão e o gatinho da Curiosidade, o coelho da Alegria abraçado e pulando freneticamente com o touro da Impulsividade; bufando ao seu lado um bode com expressão velha e carrancuda mastigava qualquer coisa e resmungava algo inteligível, era a Ansiedade, acompanhada de uma amiguinha nada legal, a raiva, em forma de… sim, isso mesmo, barata… cara, por que né!!!

Saudade estava atrás de todos eles, gigantesca, linda como sempre, e os abraçava com seu tamanhão todo. eram o exército de Sara, seus sentimentos unidos para lidar com esse mundo caótico que está aí fora…

Situações…

“você coloca o gelo antes no copo para por a coca-cola?!” ele perguntou indignado… “uai e qual é a diferença de colocar o gelo primeiro?” ela devolveu… “por acaso isso altera em que?”… continuou… e ele franziu o nariz e ficou pensando se teria alguma resposta ou algo inteligente para falar… porém não pensou em nada…

terceirizar problemas… viver de problemas… os primeiros tinham que caçar para comer… ou esperar o tempo produzir o divino alimento…

o bafo do café deixou seus óculos embaçados criando uma situação cômica… ela soltou umas risadinhas e ele mordiscou um pedaço da geleia de mocotó… “esse café está quentinho”, ela continuou… “porém um pouco amargo!”… ele olhou para o lado e ficou feliz… esticou a mão e estendeu a ela o baseado enroladinho. a gata branca de olhos amarelados ronronava entre suas pernas pedindo colo, e ele deu…

você percebe que independe do lugar que você está, mesmo que não possua as características parecidas com a daquele ambiente que você adora estar, a vibe, sempre te trás essa mesma sensação, como se seu cérebro aceitasse ser enganado, pois você consegue até sentir o cheiro da maresia… e quando anda pelas ruas em que os locais posicionam-se no centro, calçadões cheio de lojinhas entre lojas enormes caracterizam tudo com uma paz que o faz se tornar a si próprio…

é muito curioso e uma grande vantagem da mudança, é permitir se criar sempre… e si criar também!… sem música nenhuma e com muita inspiração, quando parece que os olhos da águia alcançam aquele coelho, não há nada no mundo que a faça parar, e seu erro só irá acontecer por si mesma… e o acerto, idem!

Qual a Sua Música… ?!

É uma beleza o que está acontecendo, maravilha, levante seu corpo, não vá esmorecendo… esconda os trens ruins que não conseguimos entender e muito menos controlar, já passou da hora, vamos seguir pra cima, vamos nos esbaldar!

Em um ritmo frenético, essa cidade que não para, estamos sempre a procurar um lugar que te sara… certo de que é outro lugar que eu quero, e fazer umas visitas momentâneas, são Paulo é uma cidade que venero…

Ações subliminares não pega para quem tem experiência, é a gente que limita nossa razão à paciência… Esperar é um processo duro, porém é em um susto, vai sair do escuro!

Não finja que não se mostrou, por que eu nessa vida, vi, vivi e sei do que sou capaz, está longe de me conhecer, tenho muita história para contar, segue essa ideia meu bom rapaz…

Segue o som tá levinho, tá gostosinho, tá pra estrada e pra balada, na pista vamos ganhar… Na pista vamos ganhar… 😉

Mais Rápido que Podemos Entender…

e finalmente a Mudança apareceu… um tanto diferente do Medo que era completamente disforme; a Mudança, que às vezes vinha com o Medo de lado, é enorme… uns três metros de altura pelo menos… e uns dois de largura… acho que é por aí… se olhássemos bem, acharíamos até parecido com um gato, ou algum tipo de felino… mesmo sabendo que a Curiosidade é uma gatinha serelepe…

é um paradoxo afinal, pois existem mudanças pequenas, e até aquelas imperceptíveis, ou vocês se vêem envelhecendo normalmente?! elx tomou um gole na xícara de café saboreando o cheiro e o quentinho do momento… sabe quantas mil memórias podem vir… e sabem quanto de controle podemos ter sobre elas… e criar histórias, e mudar as memórias, quem sabe até… melhorá-las…

essa era a função da Mudança… por isso podia fluir no tempo como água em rios… e sim, podia ser tão positiva quando queria, dependia obvio dos personagens atuantes na história, mas elx sabia que as mudanças eram bacanas quando tudo estava de acordo dentro de uma confiança mútua… portanto, aquela Mudança do primeira parágrafo, também poderia ser uma…

garras de trinta centímetros eram acionadas em questão de milésimos de segundo, mais rápido que uma piscada de olho… o abraço esmagador, caso pegasse vocês, não haveria chance de respirar… e talvez outra característica que nos faria lembrar da Curiosidade… a Mudança também podia vir junto dessa pequena ingênua, pois em algumas ocasiões poderia se colocar em situações desgostosas para se estar… alguém por aí gosta de ficar brigando?

pulou de uma pedra para dentro da água naquele poço cristalino… as pessoas podem pensar o que quiser umas sobre as outras e como reagimos a elas é outro problema… a Mudança pode acontecer tão veloz que ninguém percebe, é como se o começo não existisse e logo vocês se perguntam, “uai, como foi que isso começou?”… e cairiam na risada pela ignorância passada, afinal, esses seres de Mudanças, são humanos…

Segunda e última parte ainda sem título…

ao som de top nu jazz, a resposta veio forte e feroz como deve ser para se proteger… de que? elx pensou, não havia gêneros para os verbos… sabe aquelas arvores que caem depois de serem cortadas por motosserras e anos depois ninguém sabe que isso aconteceu e várias hipóteses surgem, e lá na frente vira uma lenda, nada vai contar a verdadeira história do que ocorreu por lá… e aí demora para surgir… demora por que é assim e não há nada que se possa fazer, os sentimentos podem embrulhar todo seu ser, porém a espera quer te ensinar…

então passou alguns dias pensando sobre aquele assunto… para que escrever se ninguém lê? ou se aquele interesse de conversa viaja mais lento que um rio poluído pelos concretos que fizeram de suas margens um canal… de esgoto humano… já pensaram nisso? e divagando quis contestar seus leitores… “Ei, vocês estão me lendo?? Vocês estão por aí??…” um silêncio sepulcral…

era um caso importante, ou pelo menos quem escrevia pensava… arrebitou o nariz e ficou olhando para cima segurando seu queixo…

a lua não era mais cheia… as dores haviam passado e seu corpo respondia bem… porém aquela sede estranha que deixava um gosto ferroso na garganta… aquilo na verdade lhe dava tesão e lhe confundia seus sentidos, pois ao longo do dia, tentando trabalhar como uma pessoa normal, fazer suas atividades cotidianas, para cada pessoa que cruzou, poucas falando a verdade, elx conseguiu sentir o cheiro vindo de dentro, do sangue correndo, do suor subindo, da pele escorrendo um sabor delicioso demais para que resistisse…

mesmo assim não houve transformação nenhuma, até a próxima lua cheia, que esse humilde autor não pesquisou para saber quando é, afinal, para quem é… 😉

Os 4 Sentimentos

Alegria sobrevoava tranquila sobre as terras flutuantes… De um lado as maravilhosas inconsistências da natureza, tomando conta de uma forma disforme… Era a liberdade… Criativa, sedutora, suave… Do outro lado aquela sequidão, uma transformação que trazia os medos, os anseios de não saber sobre o que iria acontecer… Eles tomam contam, quem sabe segurar a emoção às vezes parece estar no controle, mas se quer sentir de verdade o pulsar das veias, o frisson dos arrepios… deixa sair os sentimentos…