rumores…

fjslkjflesdxcaadscaezd´pnf,sdnf,spwweeenicsçzmxk……….. hsdhfoisafsl,mxc,mvsfoiwe………. slfjslkjfsiozl;;;;; lsjlkfjlsd;;; arranque suas mordaças!!! arranque suas presilhas… lasjdljflsj…lkjsjdflljd… arranque a venda dos olhos… … … estou cansado, ou estamos… ljsfdlkfjsld… e não conseguimos falar o que precisamos…

é de amor! só isso… =)

Precisando Mudar Suas Maneiras…

batidas… em um só ritmo… alcançarão decibéis que seus neurônios não irão entender ao fazerem suas conexões enviadas pelos ouvidos… o corpo irá balançar, não tem como segurar, na real, nem como pensar em não se movimentar… é inerente a vida… movimento é vida…

o que são as linhas e as cores… que estão sempre brilhando e voando em velocidades absurdas de movimentos serpenteados… para de brigar consigo mesmo, o cérebro dizia… você é capaz de fazer qualquer coisa, qualquer coisa mesmo… esquece o gênero, o tamanho, a forma, ou qualquer outra característica idiota que faz um ser humano acreditar que é melhor que o outro por conta de… ter!… no bom e velho português chucro, “ter é ô caralho!”… cansa demais e não faz sentido lá na frente quando tiver de frente pra única coisa certa que está a espreita…

eles falam que existem guerras para lutarmos, coisas a se fazer para um tal de vencer… entendem o sentido dessa palavra… vencer… viemos nessa vida para vencer… só não explicaram que era um jogo… ou que uns jogam de um jeito e outros de maneira completamente diferente…

porém e o mais legal, ninguém contou a eles que tem gente que não tá nem aí pra esse jogo… e daí minhas queridas pessoas humanas que estão passando por aqui, pensem um pouquinho no tamanho da loucura, por que ele estava sentado ali de boa em um balanço de madeira fazendo o que mais gosta e curtindo a visão de sua janela… por que cada um não tá cuidando do seu jardim? ele pensou sobre de um jeito mais humilde, tentando não julgar, olhar de fora… como dizem… fez os olhos rodarem nas órbitas…

opa, peraí! era um conto sobre música, dança, artes… sempre elas… as que inspiram e expiram amor… nos salvam… ele tinha se perdido um pouquinho, como falei, estava bem cansado de tudo isso… ouviu a batida de novo… viu as luzes coloridas… viu as danças e os sorrisos… viu o sentido de tudo de novo… e pensou em escrever um novo conto…

juntos e de novo…

olhou de esgueira pela janela e em seguida fechou a cortina suspirando…

seria profundo… se a memória não falhasse tão rapidamente… alias o stress é de tal intensidade que não dá muito tempo para pensar ou sentir… a não ser os sustos… muitos!

e depois de algumas semanas, imagino o tempo pela comida sumindo da minha despensa… e pelos cigarros entupindo os cinzeiros espalhados pelo pequeno apartamento… acho que foram duas semanas até agora… e então um longo…

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nada…

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um silêncio tão profundo que podia-se ouvir o sangue correr pelas veias e o ardor pulsando por todo o corpo…

estou vivendo isso mesmo? é um sonho eterno?? por que nunca acordo então?… milhões de pensamentos passam pela minha cabeça questionando toda a existência buscando um motivo plausível para tudo isso que estamos vivendo hoje… seria mesmo o apocalipse… como nos filmes, iniciado por um vírus… algo tão ínfimo em seu tamanho e gigante em sua existência…

e logo em seguida os barulhos voltaram ensurdecedores… eu torci para que ninguém batesse em minha porta… pedindo por ajuda… ou aquelas coisas…

virulentas… o preconceito é o pior inimigo da espécie humana… deixaremos de nos ajudar, de ajudar os próximos, até aqueles que falamos que amamos mais que tudo, para nos salvar… é mentira isso?

Conectados…

De onde vocês estão me assistindo? Eram bilhões de canais de redes sociais, que o publico acompanhava muito mais do que naquele velho aparelho de tv…

Cachorros deitados, cachorros em pé, vocês procuram por comida aonde? E as redes sociais entopem seus armários e a velha geladeira da cozinha com azulejos velhos também… E com aquele montão de desperdício…

De comunicação extraviada, parecendo um gigantesco “telefone sem fio”… Vocês lêem A, o autor escreveu nas entrelinhas e quem não pegou entendeu Z… E adivinha quem contribui um tantão com isso tudo, cacofonia intermitente… Ele desligou de sua rede social e sentou-se aconchegante em um sofá qualquer…

Não quero assistir mais ninguém por hoje… E amanhã me ligo para que vocês me assistam também… Os frangos continuam girando em suas televisões, e os cachorros continuam babando…

Eu sou a alegria de viver Arte!

Uns gostam da crítica e a acham positiva…

Tem gente que não gosta e a acha negativa…

Tem gente que acha normal criticar tudo o que está do lado…

E tem outros que se sentem tão mal criticados…

Agora uma coisa que não entendo, eu aqui produzindo no meu cantim“…

E se você não produz nada, por que vai me criticar com esse “dedim“?

Dizem que é por que estou tentando algo novo ou interessante…

Mas mais interessante que cada um cuidasse da sua vida…

E produzissem seus sonhos viajantes!

Relação!

Um obrigado e um bom dia…

Inicia-se com alegria…

Leve, flutuante…

Com gargalhadas eletrizantes…

É um procedimento de vida…

Como o nascimento ou a morte…

Um caminho que nos conforte…

Deixa a energia fluir em você…

O sangue corre sem parar…

Tantos encontros para se viajar…

Felicidade do momento vivido…

Assuntos aleatórios envolvidos…

Ela me olhou com o desejar…

Eu devolvi e resolvi te amar…

Sem perguntas para responder…

Livre e leve, se deixaram conviver!

Os Dias…

Uma viagem sobre todas as rimas…

sem nenhuma que iremos reconhecer…

a não ser que você saiba uma língua mundial…

onde a duvida está, deveria ser mais amplo…

deveria ser universal…

falar sem precisar da boca…

com a mente e o coração…

não é coisa de telepata, mediúnico ou religião…

é algo além da explicação…

humana… e sem razão…

é mais como as conversas das maritacas…

uma louca e desenfreada canção…

o bater de asas e as altitudes alcançadas…

uma viagem que alguns chamam de astral…

uns vão falar que é uma corrente do mal…

contudo uma personalidade extravagante…

poderia ter sido cuidador de elefante ou…

acho que já deu e um bom domingo pra vocês! =)

era uma vez… e outra vez…

era um romance de comédia daqueles que você passa horas assistindo e se identificando sentimentalmente por detalhes que considera bobos, porém são completos e entendidos… sabemos lá dentro o que é melhor, só temos talvez, um “medo” de assumir…

era um daqueles livros tenebrosos que contam histórias em que a mente nos faz confundir se o que estamos vendo e sentindo é real ou não… ou se os sentimentos que acontecem o tempo inteiro são causados pelos sustos horripilantes durante todo o roteiro que te pega feito garras afiadas sedentas de sangue…

era uma comédia bem idiota, que nos faz dar risadas pelas conversas nonsenses e situações esquisitas, ou talvez tão anormais que o cérebro fica invadido de uma alegria estúpida e porventura, infantil… mesmo que aquilo nos pareça “adulto”… o que me faz questionar sobre esse tipo de filme ser mesmo só um besteirol ou se possui hiatos nas mensagens…

era uma aventura épica cheia de elementos de fantasia e episódios longos e árduos, com personagens cativantes que levam elementos de virtudes e limitações… nos identificaríamos de imediato com todos esses princípios humanos, pois acreditamos lá no fundo que somos os heróis de todas as histórias, inclusive a nossa própria… o nome do romance era “Santo Ego”…

eram tantas histórias para tantas escolhas que não cabiam pensamentos dentro daquela cabeça que estava enlouquecida de ideias e não sabia para onde seguir, e viu um desfiladeiro de pedras com uma daquelas pontes que são penduradas apenas por velhas cordas desfiadas… e do outro lado havia uma placa escrito…

Ética…

Quando eu a vi pela primeira vez, no meio daquela neblina toda, só havia percebido que era uma mulher, pelas suas formas, a silhueta de seus seios, e do rosto afilado sem o queixo quadradão e nem o gogó exposto. Porém ela não quis subir no meu barco, apenas deu risadas e acenou para mim com a mão esquerda. Estava a uns dez, talvez doze metros de mim. E mergulhou tão rápido que não entendi se o que vi na sequencia era real, e ela sumiu!

Uma coisa que percebi de imediato, é que ela só deve aparecer sob a neblina. Voltei ao mar mais algumas vezes, para ajudar com a pescaria local, e para abastecer a minha curiosidade de saber quem era aquela pessoa que eu havia visto. Tanto nos dias, quanto nas noites, o céu estava aberto, com aquele sabor mareado na pele. Seria mesmo uma pessoa, ou seria um delírio da minha cabeça? Quem sabe até uma aparição assombrada de alguma lenda da pequena comunidade pesqueira… Creio que nunca irei saber, a não ser que a veja de novo…

Demorou semanas para eu poder vê-la de novo. E a cada vez que a avistava, durante as neblinas espessas, sentia que meu barco se aproximava de onde ela estava, como se eu estivesse sendo… a pescaria! Porém minha curiosidade só aumentava e cada vez mais aguçada para saber quem era aquela pessoa. E eu gritei algumas vezes, e nunca obtive uma palavra de volta: Ei, quem é você? Está precisando de ajuda? Está ai mesmo? Foram assim na segunda, terceira, até que a frequência aumentou, e a cada vez que eu aparecia com uma nova pista de quem era essa pessoa, mais eu queria estar dentro do mar. E os dias sem neblina me deixavam em pura frustração.

Contudo o fatídico dia que tanto me angustiara chegou. E eu pude contemplar tamanha beleza de um ser mitológico e maravilhoso. Seu ser estava dividido de forma híbrida, porém enfatizada. A parte de cima, como já havia sugerido antes pelas visões assombradas, era mesmo de uma mulher. Muito linda, com o formato do rosto alongado, possuía lábios finos e o nariz os acompanhava. E os olhos eram serenos e tocantes. Por cima de sua delicada nudez, seus longos cabelos escorriam por mais de metro até encontrar com as águas que escondiam a segunda metade de seu corpo.

Eu não sei que nome dar a esse ser. E a minha sorte foi ser mulher. Pois ela me contou que sua espécie caça os “machos” da minha espécie. Ou seja, ela mata os homens que são atraídos por suas “armadilhas”. Acho que posso dizer que ficamos amigas. Minha ideia a princípio, com a permissão dela seria documentar através de nossas conversas e de meu caderno de desenhos, fazendo meus rabiscos das aventuras que ela me contava. Disse que sua avó foi a mais poderosa de sua espécie, e que desafiou a própria família para viver como “ser humano”. Era conhecida como Serena, a rainha das bruxas-sereias.

Lógico que dei muita risada dessa e de outras histórias que ela me contava. E acabou sendo natural pra mim ela nunca querer subir no barco. E não me vinha a mente a ideia dela ter hipotermia naquela água super gelada. Passada algumas semanas de nossos encontros que de casuais viraram pontuais, ela me disse que teria que se despedir por algum tempo. Não explicou o motivo mas disse para mim: “hoje você vai saber o que eu sou para o seu povo…” E deu um salto espetacular para fora do oceano, sua pele sedosa brilhava intensamente e estava em tons de verde e rosa. E o que me causou mais espanto, era o que aquela mulher possuía abaixo da linha da cintura, umas plaquinhas na pele, de tons esverdeados e azuis, que também cintilavam parecendo escamas de…

Eu era a única repórter mulher com um material inédito para publicar sobre um encontro real com uma “sereia”. E pelo que eu havia entendido, aquela comunidade pesqueira não teria mais pescadores… pelo menos não homens… E eu deveria noticiar isso para o mundo!

Com todos os meus desenhos espalhados sobre a pequena mesa da minha cozinha, eu me emocionava com as lembranças do meu encontro e percebi todos os detalhes daquele ser formidável. Uma membrana translucida, balançava em um ritmo poético, e também mudava de cores, misturando verdes com rosas e brancos de uma forma mais fluida, na parte onde estariam os pés. E minúsculas barbatanas como gotas surgiam e sumiam se escondendo em sua própria pele… meio mulher, meio peixe, e eu em um dilema jornalístico que me valeria o maior prêmio de todos…