Musicalidades…

tam tam tan ran tantammmm… e na sequencia… tun tu tunununumnéammm… e ao fundo… tinininininanaamm… tinininininanaamm… junta tudo isso em… tudaquitumtininitudaquitumtununum… tinininininanaamm… tam tam tan ran tantammmm… tam tam tan ran tantammmm… tactactactac…tssstssstsss… tinininininanaamm… tssssssssssssss… tudaquitumtininitudaquitumtununum… tactactactac…tssstssstsss… tutudum… tudaquitumtininitudaquitumtununum… tactactactac…tssstssstsss…

e o corpo balança… e o som aumenta… e o sol brilha amarelo… e a mente voa… sons constrangedores fazem nossos corpos moverem como se fossemos… suuuuuaaaououououuuuauuummmaummmmaummm… funmnumnumnumnaniiiiiiiii… animaiiiisssss!

de um lado para o outro, para baixo e para cima… ritmado… compassado… simbiótico… o som dos metais… uma mistura tão profunda… latino… jazzistico… pianistico… o ouvido dança junto, tudo vibra lá dentro, que delícia sentir… as células dos lóbulos estão vivas!

por que é assim, um dia após o outro realmente vamos viver… engraçado sabermos disso mas a emoção tomar conta… só “controlamos” o que achamos, porém não temos controle de nada… e por pura “sorte” a máquina continua respirando, bailando, saltitando…

tlitlililuliriririouuuuuu… tlitlililuliriririouuuuuu… tlitlililuliriririouuuuuu… pam… pammmm… pamnamnamnam…

Extravasando…

cansado de gente boçal, pessimista que só vê o lado ruim da coisa… todos os dias você acorda e tem a chance de ter um dia bacana, minimamente vai, se conseguir fazer seu cocozinho em paz, sem nenhuma desavença com a pessoa que ama, ou ideias contrárias que vão te desestabilizar… discussões são sempre positivas, porém com respeito e muito carinho, não adianta impor sua ideia por que você tem desculpas que ultrapassam morais por conta dos instintos… então que voltemos a viver mesmo como os animais que somos, por que já fazemos muito estrago com a desculpa de sentarmos em tronos… guerras, brigas sem sentido por nenhuma razão comum, nenhuminha… por que continuamos querendo com perguntas agressivas defender a maldade do outro pensando de forma negativa? isso definitivamente está longe de meu ser, nos meus contos, por mais verdadeiros que possam parecer, nas entrelinhas vocês vão ler, positivo e para cima todos vamos ser, por que viver nessa sociedade atrasada já é difícil, e não precisamos inventar mais problemas pra você!

Utopias…

Arte era a mais velha das “Grandes Virtudes”… e a mais alegre também. Sem nenhuma serenidade, parecia um filhote de gata que apronta todas as bagunças possíveis… era a mais criativa e criadora das quatro grandes irmãs, tendo sido liberada pelos mesmos seres que criaram os temidos “Cavaleiros”… os sinistros da hecatombe, também em quatro fariam de tudo para provocar caos contra as mesmas “Virtudes”… eram quatro de cada lado… até hoje, são em quatro… e cada uma com seus devidos desígnios…

começou!!! a galera estava agitava e cantava com muito fervor!!! Olê oLê OlÊ… LêLêLêiôôô… na arquibancada as cadeiras pulavam junto de seus sapateados vigorosos e descompassados… braços erguidos, coreografias afiadas, pequenas e grandes bandeiras agitavam com cores por todos os lados…

alguns perguntam por que as músicas conseguem alterar nosso estado de “espírito”… jogar as máscaras fora e exibir as caretas que as pessoas não querem ver, só que está ali, exatamente onde… estava desesperado em frente a um espelho olhando uma pessoa que não reconhecia e que possuía uma dor imensa que machucava tudo de dentro para fora e por onde o sangue corria, pois não queria acreditar no que fizera… e nenhuma arte, nenhuma fé, ciência ou mesmo uma vã filosofia poderiam explicar tal crime, perpetuado por outra pessoa, porém com um ato bem sucedido por um dos cavaleiros… antipáticos…

Arte juntou as três mais jovens sob seus braços. Ela vestia um manto xadrez que lembrava uma figura de avó, bem singela e acolhedora. Mesmo sem uma explicação terrena, sem precisar conversar por muito tempo como costumam fazer em seus longos debates sobre suas importâncias e como melhorar a vida para aqueles serzinhos… Religião aconchegou sua cabeça no colo da Ciência, que recostou em Filosofia, e as quatro juntas para quem as visse do lado de fora em um quadro geral, naquela acanhada sala com piso de madeira grossa e uma lareira no centro, formavam uma simétrica imagem de amor e paz…

quantos títulos mais…

desculpem minhas falhas, eram 2:52 da madrugada… ouvindo uma rádio de lofi de hip hop, que às vezes deixava agradável o local para inspirar; serena…mente… e logo em sequência aquela batida clássica… e um leve toque de piano para dormir…

curtinha para sentir… as rimas podem ser fracas e logo precisaram sair… como em qualquer coisa, quando se inicia, não importa a idade que tenha… importa sim por um lado, paciência e sabedoria… o aprendizado se torna um tesão…

logo menos… vem mais então!

Goodbye…

Outra… Outra?! … outra vez?? … e mais uma vez… e quantas forem precisar…

uma só vez… é a chance que a vida vai lhe dar…

pelo que me lembre ninguém voltou para contar…

acreditem no que quiser… minha crença é voar…

aquela frase parece boba, infantil, mas é mais real que olhar pro céu anil…

“quem não arrisca, não petisca…”… mudar é o sangue que corre em minhas veias… e a vida é minha isca!…

quando faço minha melhor jogada…

quero resolver toda a minha “parada“…

sou o melhor para o meu melhor…

quero para todos um bem maior…

me myself and I… in a higher state… here goooo…

quero poder te explicar…

o que é que essa música faz com meu ser…

me coloca pra cima e me empolga para fazer… realizar e totalizar…

viver…

vai mudar… e vai mudar de novo… mudar de novo?! … e mais uma vez… e quantas vezes forem precisar…

Novas Pessoas…

Como ela era uma pessoa poderosa… Visualmente linda para os seus próprios padrões… Ela se cuidava para si, ela olhava para si, ela refletia a si… quando se olhava se sentia “gostosa” e quando a olhavam milhares de olhos admiravam… E a energia é tão grande que emanava uma fonte de prazer imensurável… Cabelos longos, corpo grande e forte e delineado… Vestia uma roupa que hipnotizava quem a olhasse, e a grandeza de suas atitudes e seu porte, transmitiam uma confiança e um conforto únicos… Era delicada e carinhosa, porém direta, reta, seta e segura… Qual era mesmo seu signo? Aonde a energia astrológica conectava e emanava faixas de luzes coloridas que deixavam rastro de amor e alegria…

e essa sensação bombante no coração… a aceleração intermitente… antes elXs não se comunicavam; passou… maravilhoso é o tempo, mesmo indo só para frente…

os privilégios de compartilharem juntos por vontades próprias, por tesões comuns, por viagens ‘garradas… ampliam seus conhecimentos em todas as direções possíveis e questionam sem saber se é capaz ou não, e mesmo que essa realidade só aconteça em sua cabeça e é necessário utilizar disso para criar uma história… pintada, escrita, rabiscada… esses trem de música acontecem na hora, não volta, não dá para replicar algo que se faz com total extravagância, livre em seus movimentos e fala, já pensaram nisso… e o que isso significa…

bem amiguinhXs, chegando ao final percebeu-se que delícia que era pois assim dentre esses milhares de sabedorias e contatos e interesses, uma das sensações mais gostosas quando o estômago te avisa e quando se está abertX para a informação correta, a pessoa que entra em contato visual e … … amor… estupefato…

sem distrações para o seu foco, como bandas de músicas, tatuagens em corpos suados, pessoas cantando o refrão em uníssono, dançando… ritmando… rebolando… brilhos nos olhos, sorrisos… solos de bateria… dedilhados nas guitarras e no baixo… e um pedido de que aquilo nunca mais acabe!!!

Script…

ela estava sentada em cima de uma árvore beeem estranha… parecia comandar um exército de espectros, cabeças de caveiras encravadas no topo do tronco envelhecido, e ela fazendo gestos dançantes com o braço e os dedos e névoas de cores pálidas…

haviam alces ostentando dentes por dentro de sua carne, e carneiros gigantescos com faces de um lagarto bravo… veados galheiros sem o focinho mostrando duas grandes presas debaixo para cima em sua bizarríssima expressão… bom, eu to tentando é esclarecer que as coisas que estavam por ali naquele momento não eram lá muito normais, por mais anormais que as coisas nos pareçam hoje, pegaram a ideia?! risadas! e havia também um rinoceronte ou sei lá o que aquele ser parecia, com uma pomba amarela na cabeça batendo suas asas e bicando aquele enorme chifre liso e cor de rosa, logo abaixo seus olhos brilhantes e amarelos e saliências ossudas saindo de sua bocarra… descritivo, imaginem essa cena, completando com outras duas feras demoníacas em suas aparências, uma galinha desproporcional com sua arcada recheada de finos dentes como uma serrilha de engrenagem… e por último, sério minha gente, não sei nem o que é e muito menos como descrever tal criatura, porém sintam no estômago aquele arrepio incontrolável sabendo que você irá levar um puta susto e não adianta fugir, na real é paralisante… enfim…

seguimos com o jogo, cada movimento é extremo e importante… entender aqueles que escolhem “problemas”, ou ser uma pessoa mais leve; muitos falam que é tocar o foda-se, outros que é não se importar… para mim é mais sentar e assistir o mar agitar suas ondas e chegar até meus pés esfriando aquele leve ardor do sol…

era impressão, ou isso tudo acontecia dentro de uma concha… sim, uma daqueles que abrem a boca, com uma pérola brilhante e durona dentro… ilimitado…

e então ela chegou com uma serpente de tintas negras chuviscando por cima da pequena bruxinha… será que haveria alguma escapatória, governantes sujos continuavam no poder a mais de mil anos, e todos aplaudiam o rei, como se o que ele fizesse fosse algo realmente valioso para o feudo… pobres incautos… esta menina é a nossa cura

logo após as tormentas vem a calmaria… um mar sereno e liso, como uma piscina de águas com mil tons de índigos e viridantes… ela apareceu deslumbrante com uma grossa capa de veludo… parou diante da enorme fonte de energia e pousou delicadamente seus braços ao lado de seu corpo… sentiu a alegoria fantasmagórica chegando com sua imagem esbranquiçada, e voltou à 2013, ouvindo um som retubante dentro de sua cabeça… uivos de lobos… músicas e desenhos… pare com isso agora, vamos finalizar…

ninguém nunca saberá quem venceu a batalha, afinal, existem vencedores de uma guerra? eu acho que não… seguiu seu caminho até o mar, sentiu as ondas taparem sua bermuda e a deliciosa sensação gelada subindo o corpo preparando para um, dois, três mergulhos furando ondas e uma volta triunfante com pequenos pulinhos e batidas de cabelo para começar a se secar e fechar seus olhos e sentir o vermelho do astro do dia… coloquei a caneta no tinteiro e olhei para fora da janela… “ô saudade que balança meu bucho!”

Relação!

Um obrigado e um bom dia…

Inicia-se com alegria…

Leve, flutuante…

Com gargalhadas eletrizantes…

É um procedimento de vida…

Como o nascimento ou a morte…

Um caminho que nos conforte…

Deixa a energia fluir em você…

O sangue corre sem parar…

Tantos encontros para se viajar…

Felicidade do momento vivido…

Assuntos aleatórios envolvidos…

Ela me olhou com o desejar…

Eu devolvi e resolvi te amar…

Sem perguntas para responder…

Livre e leve, se deixaram conviver!

Sem Rumo…

coloque um pé na frente do outro…

uma visão para se abrir…

agora é seguir… esquece o medo!…

com todo esse peso que eu acreditei ser necessário para essa jornada…

que foi e voltou… tantas e tantas vezes…

como é sua vida, poderá ao envelhecer contar o que?…

uma caminhada de asfalto ou uma trilha no meio da mata…

quando eu achei que estava chegando…

não havia nem mesmo começado a entender…

pensando que era um fim…

e a vida mostra que sim…

só são inícios em idades diferentes…

amálgamas fluidas de células e estrelas…

e morri mil vezes e nasci outras mil…

cresci conhecendo um mundo…

perdi ao escolher só para mim…

havia mais terras para se caminhar a pé…

sentindo que aquele brilho quadrado não iria mais me sugar…

coragem…

cansaço…

força…

e uma enorme gratidão…

haviam pessoas pelo traçado…

eu pedia uma nuvem para beber água…

a paisagem infinita se estendia à minha frente…

sem saber o próximo destino…

músculos fortes comprimem lágrimas salgadas…

barraca…

lua cheia…

risadas por estar perdido e pensar… “caralho, como sou idiota!”

e poder sentar em frente a um computador e escrever essa história…

mesmo enamorado pelo intencional…

sem nenhum plano e seguindo apenas minha própria intuição…

fogueiras e boa companhia…

surpresas e alegrias…

Contagiados…

será que ele lembrou por que hoje era um dia de terapia… e aquilo o deixava tão bem com tanta alegria… porém…

esse começa assim…

chega de tanta hipocrisia… das pessoas que vivem em todos os lugares como se nada houvesse, fora de seus estômagos bajuladores e de suas jóias pegajosas…

sempre vivemos em pandemia… ou realmente cremos que ficar comprando e comprando e tendo e tendo, entre prédios enormes e pálidos que cobrem toda a paisagem de cinza, e não um cinza bonito… um bem feio mesmo!

não sei como viver, são filosofias… só conheço o tempo que vai para frente… infelizmente… então me basta navegar nesse mar de mente que viaja descrente de que em algum dia uma nave espacial vai me mostrar muito mais do espaço sideral…

o inverno se transformou com suas temperaturas alucinantes… em um inferno…

as pessoas acham tudo muito lindo e surrealista e eu pergunto, vocês entendem as entrelinhas, o choque de estarmos simplesmente deixando tudo passar por que tem alguém que falou “arrumem um emprego para eu poder gozar…”

ai caras, não vamos deixar isso passar… chega de tanta hipocrisia, sempre vivemos em pandemia… carros, prédios, políticos corruptos, reinos corruptos, não existe manual de boa conduta, viemos pelados, esses pequeninos que não vemos a olho nu já estavam aqui antes mesmo de sabermos falar…

houve troca de arte pura… se encontraram pelo cinema, ela escrevia, ele pintava… hoje ela é uma artista, ela viu que podia ir mais do que as limitações que falaram para ela que teria de ser… se está certa ou não, ninguém sabe, ela também pode ser contagiada por eles… mesmo assim, fez aquilo que eu acredito que faz a vida valer a pena, além da hipocrisia e das pandemias é claro…

ela lhe apresentou músicas… ele se abriu… ele falou pra ela “vai voar menina, você pode fazer o que quiser…”

superando suas próprias cismas, a zona de conforto, sua maldita… os dois deram risadas e continuaram naqueles papos intangíveis para descobrir as paralelas da vida capital… ainda bem, eles fizeram um longo e meloso amor e concluíram em prazer, ainda bem que existem “pandemias” de amor também!