Protagonismo…

Existe uma coisa que não se respeita por conta dos estudos de áreas afins, e suas exacerbações arrotísticas de quão importante são para a formação humanística… sério, uma chatice danada… cada um que estuda algo que ama por prazer e paixão, leva aquilo a sério, o que lhe interessa… e se não é importante para o outro que estuda uma outra área, que acha que a sua área é a mais importante do mundo, se achando “deuses”… da mesma privada que sentamos, para a mesma cova que alguns escolhem, enquanto outros preferem o fogo… não é por que ele gostava de trabalhar como professor e pesquisador, que saberia tudo de tudo, e teria curiosidade em tudo de tudo… na sua área procurava ser uma referência pois sabia da importância educacional na formação profissional de seus alunos… contudo existem saberes tão diversos que por mais curiosos que sejamos sabemos que não há tempo terrestre para dar conta de tantos e tantos assuntos… o que é uma pena, pois acreditava que não sabia nada mesmo, e o pouco que sabia já era muito para um montão de gente, sendo que ele sentia que como não era curioso por tudo que era assunto, se tornava um ser ignorante para outros tantos ignorantes que achavam que só seus estudos eram importantes… ufa!

Em um mundo de comunicação rasa onde o outro quer impor a sua importância de assuntos em cima do outro, como criar o interesse e a curiosidade alheia se não tem alegria? é uma pergunta mesmo, sem resposta, por que aqueles que falam que querem mudar, que são pessoas legais escolhendo coisas bacanas, os que choram por que os mendigos dormem em suas portas; esses são incapazes de sorrir e trabalhar, pesquisar e se alegrar em descobrir fontes e referências novas, abrir verdadeiramente a cabeça para o mundo de informações da maior biblioteca orgânica que temos que é a internet… pessoas que falam que querem um mundo melhor, mas não confiam em… pessoas… sendo assim, mesmo aquele agente sendo escritor, artista ou professor, como a comunicação pode rolar de boa como uma música feliz para dançar agitado em tardes amarelas de praia… os outros, que trabalham em exatas, retas, ângulos e fórmulas matemáticas, físicas e químicas… os que cortam corpos e os que costuram também; toda uma só espécie, e essa mania de se rotular a sua egocêntrica grandeza…

Cara, uma só vida de novo, escolhas aleatórias, mas pode crer, não dá para viver só de figurinista no filme dos outros, dá? pode até ter gente que acha isso de boa também, não queremos julgar pois não queremos ser julgados… afirmar que os hippies eram vagabundos por que eles queriam viver mais “leves” dentro de uma outra proposta social é preconceito também… nunca uma letra fez tanto sentido, sem importar os gostos pessoais, cada um no seu quadrado!…

Autor: pericles

Uma pessoa apaixonada por artes em todos seus âmbitos, um artista, um professor, um escritor entusiasta desenhando com letras! =)

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