Fim!

Eu quero fazer as rosas, com aquelas cores vibrantes e com bolinhas de água e pontinhos para enfeitar. E também aquelas que são só linhas, em preto, traços e rabiscos, um grafismo que pode para alguns parecer sujeira, porém para outros é só beleza. Sobe as escadas, desce as montanhas. Alguém te liga no telefone hoje em dia para o que mesmo, estão te fazendo perguntas sem nexo, e você só querendo se deitar em uma rede, não consegue acompanhar a correria massacrante da grande cidade que não permite que as pessoas sejam amigas entre si. Sufocando a tal ponto que dilui o interesse e a vida só segue. Eu quero fazer tsurus em papel dourado sentado no banco do ponto de ônibus. É um banco comprido, verde e gelado. Encostado esperando por ali, vendo pessoas passando a pé fumando seus cigarros, pessoas passando de carro falando ao celular, comendo m&m´s de amendoim e querendo. Todo mundo está com a cara fechada, não há sorrisos, não há rosas. Eu quero ser o sol para brilhar prum universo inteiro. É possível fazer isso com alegria, é complexo fazer isso para quem não quer reluzir por escolhas próprias, e cada um com as suas, tentamos não julgar… mesmo sendo.

Somos oito bilhões de habitantes humanos no planeta, uma verdadeira praga se parar para pensar; risadas, e mesmo assim tem tanta gente doida acreditando numa tampa única de um único balaio, como se seus umbigos fossem os únicos também… Eu quero me apaixonar por quem quer se apaixonar por mim, pois segundo as regras sociais, gentileza pode gerar gentileza, caridade também faz igual, e quando a verdade é dita com o coração, ah meu amigo, isso é o amor real. Havia uma pracinha com bancos de pedra e árvores espalhadas formando um desenho simétrico e quem a via de cima veria uma linda mandala de folhas verdes. Eu quero um sorvete de abacaxi ao vinho e limão siciliano. E um café quentinho para fechar a conta, mesmo que isso pareça que não tenha nada a ver, ou que não combina. Na verdade combina tudo, vale as vontades alheias para tal. Em cima da mesa havia uma tesoura, um papel cortado no formato de rosa, um canudinho verde e um monte de clipes espalhados. Olha amor, fiz para você. Mas não é de verdade é… A única dica que ele podia dar agora era “FAÇA…”, pois se não fizer, pode ter certeza, terá gente fazendo! 😉

Autor: pericles

Uma pessoa apaixonada por artes em todos seus âmbitos, um artista, um professor, um escritor entusiasta desenhando com letras! =)

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