E começa o…

Sim, é mais fácil quando você está mais de boa sabe, quando a sua mente está liberada. Você então pode curtir aquele som, às vezes até dançar um pouco ajuda. De verdade o que é que importa?

Eles trocaram olhares novamente. O cara já estava ali a mais ou menos duas horas. Cara, é muito tempo para tanta coisa, duas horas sabe. E ele não veio falar comigo.

Fiquei pensando nas regras. Sociais. Outro dia li numa revista online que a gente caga do jeito errado. Que a privada deveria ter outro formato para assentarmos. Dá para acreditar e pior, faz tanto sentido. No meu celular recebi notícias de que o mundo está louco, era o resumo de tudo o que aparecia ali entre guerras, inflações, “ismos”, violências mil. Vai entender. Falei comigo mesmo que já havia pedido para excluirem meu email para que eu não recebesse mais novidades. Aliás tecnologia né. Ela é a causadora de tanta coisa ruim, mesmo sendo tão fabulosa. Explica você se comunicar com qualquer pessoa do mundo, de qualquer parte mesmo, pelo celular. Um programa que você vê o cara, e ele te vê. E o que vocês fazem, hmmm. Melhor não entrar nesse assunto agora. Ou ainda… Me fez lembrar das futilidades. Dos esportes ao trabalho, dos prazeres aos egoísmos, todos fúteis demais. Me lembrar de ter cuidado, e fico pensando sobre os assuntos proibidos. Tabus criados por nós mesmos, e que em algum lugar, sei lá, pode ser que já venha em nosso DNA, essa ridícula informação de espalhar as coisas sem sentido, ou que na vida real nos mostra outra maneira, inclusive realizada. Já teve aquela sensação bizarra de que o que te falaram não é verdade. Ou que, de fato são interpretadas e comunicadas conforme o interesse de uma minoria, que na boa, dá preguiça só de imaginar conversar com um desses caras, o quão chato e entediante devem ser. Pelo poder, ou por que acreditam que é isso, o seu sentido é… “poodeerrr!” Chega a ser engraçado.

Ela se ajeitou no banco e puxou um gole de seu drink pelo canudinho. Viu que ele estava andando em sua direção e pousou o copo fazendo uma jogada com o cabelo e cruzando as pernas. Não importava a idade, as mulheres, sempre sabem como dominar uma situação com o movimento do corpo. Ele sentou no banco de frente para ela.

Em momentos assim, um adjetivo que me vem a cabeça é coragem. Por que devemos tê-la, acredito que é o fato de precisarmos propagar a espécie. Sem essa coragem de aproximação entre os seres, não multiplicariamos por ai em tantas espécies… Então participe com suas emoções, verdadeiras, as que fazem você acreditar ser… você!

Autor: pericles

Uma pessoa apaixonada por artes em todos seus âmbitos, um artista, um professor, um escritor entusiasta desenhando com letras! =)

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